sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Aquecimento Global farsa ou verdade?

 

 Você acredita mesmo no aquecimento global? na catástrofe futura sobre esse assunto?

De acordo com relatos estudados não se pode acreditar em tudo que se diz por ai, precisamos buscar a nossa verdade ou melhor a  verdade de quem sabe o que diz.

 

Os limites do pânico

Muitas vezes ouvimos falar que o mundo, tal e como o conhecemos, um dia terminará, em geral como consequência de um colapso ecológico. De fato, mais de 40 anos depois que o Clube de Roma difundiu a mãe de todos os prognósticos apocalípticos, Os Limites do Crescimento, suas ideias básicas seguem vigentes. Mas o tempo não tem sido ameno.
Os Limites do Crescimento advertiam a humanidade em 1972 que um colapso devastador estava a ponto de ocorrer. Mas, se bem temos visto pânicos financeiros desde então, não foram registradas nem escassez nem colapsos produtivos reais. Mais bem, os recursos gerados pela engenhosidade humana seguem tirando muita vantagem do consumo humano.
No entanto, o legado fundamental do informe segue de pé: herdamos uma tendência a nos obcecarmos pelos remédios equivocados para os problemas essencialmente triviais, enquanto costumamos ignorar os grandes problemas e os remédios apropriados.
No começo dos anos 1970, a enxurrada de otimismo tecnológico se acabou, a guerra do Vietnam foi um desastre, as sociedades estavam em estado de agitação e as economias se estancavam. O livro de 1962 de Rachel Carson, Primavera Silenciosa, gerou temores sobre a contaminação e deu origem ao movimento ambientalista moderno; o título do livro de 1968 de Paul Ehrlich, A Bomba Demográfica, dizia tudo. O primeiro Dia da Terra, em 1970, foi profundamente pessimista.
A genialidade de Os Limites do Crescimento foi fundir esses temores com o medo de ficarmos sem recursos. Estávamos condenados, porque demasiadas pessoas consumiriam demais. Ainda se nossa engenhosidade nos servisse para ganhar tempo, com a contaminação terminaríamos matando o planeta e a nós mesmos. A única esperança era frear o crescimento econômico, reduzir o consumo, reciclar e obrigar as pessoas a terem menos filhos, estabilizando a sociedade em um nível significativamente mais pobre.
Hoje ainda segue ressoando esta mensagem, ainda que fosse espetacularmente errada. Por exemplo, os autores de Os Limites do Crescimento previram que antes de 2013, o mundo haveria ficado sem alumínio, cobre, ouro, chumbo, mercúrio, molibdênio, gás natural, petróleo, prata, folha de flandres, tungstênio e zinco.
Pelo contrário, e apesar dos incrementos recentes, os preços das matérias primas em termos gerais caíram a aproximadamente um terço de seu valor equivalente há 150 anos. As inovações tecnológicas substituíram o mercúrio nas baterias, nas obturações dentárias e nos termômetros: o consumo de mercúrio reduziu-se 98% e, no ano 2000, o preço havia caído 90%. Em termos mais amplos, desde 1946, a oferta de cobre, alumínio, ferro e zinco sobrepassou o consumo, devido à descoberta de reservas adicionais e novas tecnologias para extraí-los a menor custo.
Da mesma maneira, o petróleo e o gás natural iriam acabar em 1990 e 1992, respectivamente; hoje, as reservas de ambos são maiores que em 1970, ainda que se consuma muitíssimo mais. Nos últimos seis anos, só o gás de folhelho duplicou os recursos potenciais de gás natural nos Estados Unidos e reduziu o preço à metade.
No que se refere ao colapso econômico, o IPCC estima que o PIB global per capita aumente 14 vezes neste Século e 24 vezes nos países em desenvolvimento.
Os Limites do Crescimento se equivocou tanto porque seus autores passaram por cima e ignoraram o maior recurso de todos: a nossa própria iniciativa. O crescimento demográfico foi se desacelerando desde finais dos anos 1960. A oferta de alimentos não se colapsou (estamos utilizando 1.500 milhões de hectares de terras aráveis, mas há outros 2.700 milhões de hectares de reserva). A desnutrição caiu mais da metade, de 35% da população mundial a menos de 16%.
Tampouco estamos nos engasgando com contaminações. Embora o Clube de Roma imaginasse um passado idílico sem nenhuma contaminação particular do ar e agricultores felizes, e um futuro afogado por chaminés em erupção, a realidade é absolutamente oposta.
Em 1900, quando a população humana global era de 1,5 bilhões de habitantes, quase três milhões de pessoas – aproximadamente 1 de cada 500 – morria a cada ano por causa da contaminação ambiental, principalmente como consequência da péssima qualidade do ar em ambientes fechados. Hoje, o risco se reduziu a uma morte a cada 2.000 pessoas. Se bem que a contaminação segue matando a mais pessoas que a malária, a taxa de mortalidade está caindo, não subindo.
No entanto, a mentalidade alimentada por Os Limites do Crescimento segue dando forma ao pensamento popular e das elites.
Consideremos a reciclagem, que costuma ser apenas um gesto para sentir-se bem com escassos benefícios ambientais e um custo significativo. O papel, por exemplo, costuma vir de bosques sustentáveis, não de florestas tropicais. O processamento e os subsídios governamentais associados com a reciclagem geram um papel de menor qualidade para salvar um recurso que não está em perigo.
Da mesma maneira, os medos a uma população excessiva foram o marco de políticas autodestrutivas, como a política de um só filho da China e a esterilização compulsória na Índia. E, embora se tenha determinado que os pesticidas e outros agentes contaminantes possam ser a causa da morte de talvez a metade da população, os pesticidas bem regulados ocasionam ao redor de 20 mortes a cada ano nos Estados Unidos, enquanto que têm vantagens importantes na produção de alimentos mais econômicos e mais abundantes.
Por certo, a dependência exclusivamente da agricultura orgânica – um movimento inspirado pelo medo aos pesticidas – custaria mais de 100 bilhões de dólares anualmente nos Estados Unidos. Com uma eficiência inferior a 16%, a produção atual requereria outros 27 milhões de hectares de terras aráveis – uma superfície de mais da metade da Califórnia. Os preços mais elevados reduziriam o consumo de frutas e verduras, causando uma infinidade de efeitos adversos para a saúde (entre eles, dezenas de milhares de mortes adicionais por câncer a cada ano).
A obseção pelos cenários pessimistas nos distrai das verdadeiras ameaças globais. A pobreza é um dos maiores assassinos, e as enfermidades facilmente curáveis seguem cobrando 15 milhões de vidas todos os anos – 25% de todas as mortes.
A solução é o crescimento econômico. Quando saem da pobreza, a maioria das pessoas não sucumbe às enfermidades infecciosas. A China já tirou mais de 680 milhões de pessoas da pobreza nas últimas três décadas, liderando uma redução da pobreza a nível mundial de quase 1 bilhão de pessoas. Isso criou sólidas melhorias na saúde, na longevidade e na qualidade de vida.
As quatro décadas transcorridas desde Os Limites do Crescimento demonstraram que necessitamos mais, e não menos crescimento. Uma expansão do comércio, com benefícios estimados que poderiam super os 100 bilhões de dólares anuais até finais do Século, seria milhares de vezes mais benéfica que as tímidas políticas para fazer-nos sentir bem que resultam do alarmismo. Mas isso requer abandonar uma mentalidade anticrescimento e utilizar nosso enorme potencial para criar um futuro mais brilhante.
O texto acima é uma tradução livre de um artigo de Bjørn Lomborg publicado em Project Syndicate. Para ver o original, clique aqui
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Turismo em Jaraguá de Goiás

segunda-feira, 8 de abril de 2013

CINEMA, A SÉTIMA ARTE. VOCÊ JÁ PAROU PRA PENSAR SOBRE ELA ?





Neste trabalho falaremos um pouco sobre  os Gêneros dos Filmes  Mas alcançar as origens do cinema requer muito mais que estes conhecimentos comuns, é preciso ir muito mais além. Quantas  vezes os filmes nos tira da rotina do dia a dia, nos relaxamos diante de uma boa comédia mas não paramos  para enriquecer os nossos conhecimentos sobre essa cultura.



Começaremos pelo filme de Ação;

Um filme de ação ou acção é um gênero de filme que geralmente envolve uma história de protagonistas do bem contra antagonistas do mal, que resolvem suas disputas com o uso de força física. Os filmes de ação têm como histórias o crime, os westerns e a guerra entre outros. Geralmente são superproduções, com high concept (conceito alto), abusando de efeitos especiais. A maioria dos filmes de ficção científica e policiais também são filmes de ação. 
  
As Aventuras de Robin Hood
 Direção: Michael Curtiz, William Keighley
 Ano:1938
 País: Estados Unidos:

 Gênero: Ação, Aventura, Romance
 Duração: 102 min.
 Título Original: The Adventures of Robin Hood



 Elenco: Errol Flynn, Olivia de Havilland, Basil Rathbone, Claude Rains, Patric Knowles, Eugene Cooper, Alan Hale, Melville Cooper, Ian Hunter, Una O'Connor 

Sinopse: O filme é baseado na famosa lenda de Robin de Locksley, um nobre que é forçado a virar fora-da-lei e vai viver na floresta da Sherwood, onde reúne um grupo de homens para roubar dos ricos e dar aos pobres. 
No século XII, quando o rei da Inglaterra Ricardo Coração-de-Leão (Ian Hunter) é sequestrado na Áustria ao retornar das Cruzadas, o príncipe John (Claude Rains) tenta usurpar o trono, favorecendo os normandos invasores em detrimento dos saxões. Contra esta situação o nobre Robin Hood (Errol Flynn) organiza nas florestas de Sherwood um bando de salteadores e rebeldes. Enquanto ataca os normandos e rouba dos ricos para dar aos pobres, Robin se apaixona por Marian (Olivia de Havilland), protegida do rei Ricardo, que o príncipe quer casar com o arrogante Sir Guy (Basil Rathbone). 

 Você Sabia? 


Curiosidades sobre As Aventuras de Robin Hood

- Originalmente seria James Cagney o protagonista de As Aventuras de Robin Hood , mas o rompimento de seu contrato com a Warner Bros. fez com que não apenas deixasse o filme como também adiasse sua realização em 3 anos.
- Guy Kibbee era a 1ª escolha dos produtores para interpretar o frei Tuck.
- Michael Curtiz substituiu o diretor William Keighley após os produtores assistirem a algumas cenas de ação já rodadas e acharem que faltava impacto a elas.
- As cenas na floresta de Sherwood foram rodadas em Chico, Califórnia, e o torneio de arco e flecha em Pasadena.
- Refilmagem de Robin Hood (1922). - Este é o 2º de 3 filmes em que Alan Hale interpretou o personagem João Pequeno. Os demais foram Robin Hood (1922) e Rogues of Sherwood Forest (1950).
- O orçamento de
As Aventuras de Robin Hood
foi de US$ 1,9 milhão, o maior orçamento da Warner até então.

E você ja viu As Aventuras de Robin Hood?  

 Animação 
  refere-se ao processo segundo o qual cada fotograma de um filme é produzido individualmente, podendo ser gerado quer por computação gráfica quer fotografando uma imagem desenhada quer repetidamente fazendo-se pequenas mudanças a um modelo fotografando o resultado. Quando os fotogramas são ligados entre si e o filme resultante é visto a uma velocidade de 16 ou mais imagens por segundo, há uma ilusão de movimento contínuo (por causa da persistência de visão). A construção de um filme torna-se assim um trabalho muito intensivo e por vezes entediante. O desenvolvimento da animação digital aumentou muito a velocidade do processo, eliminando tarefas mecânicas e repetitivas




Branca de Neve e os Sete Anões
  Direção: Walt Disney
   Ano: 1937
   País: Estados Unidos
   Gênero: Musical, Família, Drama, Fantasia, Animação
   Duração: 83 min.
   Título Original: Snow White and the Seven Dwarfs
  
Sinopse: Branca de Neve é uma donzela angelical que é alvo do ciúme da rainha, que a quer morta. Ela escapa e se refugia na casa dos sete anões, que moram na floresta. Mas a rainha não se dá por satisfeita e usa seus poderes mágicos para tentar matá-la


Voce Sabia?

Curiosidades sobre Branca De Neve
 
O filme foi criticado por sua excessiva ausência de imagens. O diretor Joao César Monteiro recebeu um incentivo de 130 mil contos do governo de Portugal e 26 mil da rede RTP, por isso muitos acusaram o cineasta de "sumir" com o dinheiro. Entretanto, muitos intelectuais veneram a obra e fazem de Branca de Neve pauta de diversos ensaios e artigos.
Saiba Mais

Animação na web

Adicionar legenda
Animação gif.
Junto com a popularização da Web, animações para a mesma também foram se popularizando. GIF, uma sigla para Graphics Interchange Format (Formato de Intercâmbio de Gráficos), é um tipo de arquivo de imagem que permite que animações sejam vistas num Web Browser. Ele era o formato mais popular para animações na Web até relativamente pouco tempo. Porém, é um formato limitado, permitindo apenas 256 cores simultâneas e muitas vezes gerando arquivos grandes para animações mais complexas. Com o surgimento de outros formatos, como o Flash, criado pela Macromedia e actualmente mantido pela Adobe, ele passou a ser utilizado apenas para pequenas animações. O Flash também tem a vantagem de permitir uso de efeitos sonoros e de criar animações interativas, dentre outras.
A nova versão do Flash já conta até com ferramentas para animação em 3D, que permite maiores possibilidades de efeitos nas animações.

                 

                           Exemplos

   Exemplo de uma animação feita quadro-a-quadro por uma criança de 8 anos.